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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

O racha mais caro do mundo

Assistir um racha entre duas super máquinas já é algo curioso, agora quando podemos conferir um racha entre onze dos melhores carros esportivos do mundo, não tem preço… quer dizer… existe sim, a soma dos valores dos carros dá alguns milhões de dólares.

As máquinas que participaram foram: BMW 1M, Ford Mustang Boss 302 Laguna Seca, Porsche 911 GT3 RS, Chevrolet Corvette Z06, Ferrari 458 Italia, Nissan GT-R, Audi R8 GT, Mercedes-Benz SLS AMG, Lexus LFA, Porsche Cayman R, Lotus Evora S.

Façam suas apostas

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Chevrolet Cruze

O Chevrolet Cruze tem diferentes missões onde quer que seja vendido. Nos Estados Unidos, onde começará a ser comercializado em meados de 2010, ele será um rival feito localmente para o Honda Civic e o Toyota Corolla. Mas na Europa ele é a opção feita na Coreia da marca econômica da General Motors e fica abaixo do Opel Astra na hierarquia de preços e marcas da GM. E no Brasil, em 2011, entrará na briga acirrada com os sedãs médios.

A GM vem prometendo aos americanos um carro pequeno “anti-importados” há anos – e tem seguidamente nos deixado na mão, seja com produtos domésticos como o Cobalt ou com Opels rebatizados como o Astra. Então aqui está a pergunta principal: se o Cruze está posicionado como um carro popular na Europa, ele tem mesmo a qualidade e estilo, a funcionalidade e o valor para seriamente desafiar a Honda e a Toyota nos Estados Unidos?

Na Estrada, o Cruze se sai bem. A postura é forte com as rodas parecendo saltar dos para-lamas. Há uma linha média bem definida, uma frente com entrada dupla simples, mas firme, e uma aparência traseira que tem um surpreendente toque do BMW Série 5. É um formato mais interessante que o do Corolla, certamente.
Por dentro, os mostradores divididos em três grupos ficam sob uma viseira do painel, o console central é bem organizado e elegante, e uma faixa de um moderno tecido tipo lona passa pelo painel e portas. Ele é razoavelmente novo e finamente executado. Com o pôr-do-sol, os mostradores se iluminam de azul claro e ponteiros vermelhos da Chevrolet.

O espaço foi cuidadosamente trabalhado: no banco de trás, há espaço de sobra para cabeça e pernas. Na frente, os assentos dão bom apoio e podem ser ajustados de muitas formas. Ele parece um carro compacto feito para americanos.

A Opel alemã é responsável pela plataforma básica, a nova geração da arquitetura Delta da GM. Características notáveis incluem um corpo de alta rigidez e a geometria relativamente sofisticada da suspensão dianteira equipada com buchas hidráulicas e braços inferiores de alumínio. Você consegue claramente sentir a solidez do chassi enquanto passa por superfícies irregulares praticamente sem trepidação e menos ruído do que a maioria dos rivais japoneses, isso apesar da configuração consideravelmente firme das molas na versão europeia.

As molas mais firmes tornam o passeio mais movimentado em estradas irregulares, mas o amortecimento é satisfatório desde que você limite sua velocidade. Que é o que você provavelmente fará.

Por quê? Para começar, as opções de motorização desencorajam uma direção agressiva (mais sobre isso mais tarde), mas a direção também não colabora. Ela é razoavelmente precisa, mas tem curso longo e possui um sistema de autoendireitamento artificialmente forte. Isso pode ajudar a manter motoristas sonolentos na pista, mas mascara completamente a resposta da direção ou o envolvimento do motorista em curvas que seriam interessantes.

Nós forçamos um pouco os limites do Cruze – exclusivamente sob o interesse da descoberta jornalística, você entende – e descobrimos que o carro torce pouco e se comporta bem em curvas antes de finalmente sair de frente. Os motores do Cruze são todos de quatro cilindros, com câmbio manual de cinco velocidades ou automática de seis.
De longe, a melhor unidade europeia é o 2.0 a diesel, como costuma ser o caso em carros vendidos no Velho Mundo. Ele é razoavelmente pacífico e cheio de torque. No entanto, a Chevrolet está cobrando um preço substancialmente alto para esse motor (cerca de dois mil dólares a mais que o motor a gasolina equivalente), e isso é pedir muito em um carro popular.

Os motores a gasolina são naturalmente aspirados e vêm em variantes de 1.6 e 1.8 litro com comando duplo no cabeçote. Uma amostra do 1.8 era inaceitavelmente áspera – muito mais que o 1.6 – e nós pedimos um substituto, que se equiparou em termos de refinamento ao 1.6. Não que isso seja lá grande coisa. Ambos os motores, ainda que razoavelmente suaves, têm um zumbido sem graça e engasgam em alguns momentos, além de se darem trabalho até mesmo para chegar a seu modesto limite de rotações.

E eles não têm muito desempenho de fato nem passam tal sensação. Se você carregar o 1.6 com cinco passageiros mais bagagem, qualquer ultrapassagem em subida será um duro teste de nervos e paciência. O que falta é um motor com o torque do diesel mais o refinamento elástico da gasolina. E, com alguma sorte, ele virá: no Cruze americano, o motor será reduzido para um 1.4 turbo a gasolina com injeção direta e 142 cv previstos. Nós o aguardamos ansiosamente, especialmente já que a GM está prometendo um consumo urbano de 12,75 km/l.

A plataforma Delta, é claro, foi projetada para uma ampla gama de tecnologias de motores. Nós ouvimos que uma versão Voltec híbrida está a caminho. Comparado com o próprio Volt, o Voltec Cruze sofreria no quesito aerodinâmica e os números de consumo seriam piores, mas o preço final deve ser menor e as acomodações, melhores.

Quanto aos estilos de carroceria, o time europeu incluirá um modelo hatchback. Não há informações sobre a ida desse modelo para os EUA junto com o sedã. Também está sendo preparada uma minivan compacta de sete lugares da mesma linha.

Por agora, muitas coisas podem acontecer entre essa primeira impressão de um Cruze feito na Coreia para o mercado europeu e o modelo feito nos Estados Unidos para o mercado americano. Mas nós sabemos agora de muitas coisas positivas. O desenho é sólido, o interior é habitável e tem bom acabamento. A carroceria é rígida e segura em caso de acidentes. A suspensão e direção serão recalibradas para o gosto americano (que provavelmente não vai se encaixar no padrão europeu).

O Cruze é bom o bastante para encarar de frente a Honda e a Toyota nos Estados Unidos? Nesse exato momento, a General Motors mal pode enxergar além da próxima semana, que dirá o ano que vem, mas, supondo que a empresa sobreviva, a solidez básica do Cruze está acima de qualquer suspeita. O desempenho, o refinamento e a economia de combustível do motor 1.4 turbo são fundamentais para as credenciais de “anti-importados” do Cruze. Se esse motor não tiver substancialmente mais energia e resposta do que as versões 1.6 e 1.8 a gasolina do Cruze europeu, a GM vai ter nos deixado na mão. De novo.
Fonte: Revista Auto Esporte

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Novo Gol chega para mudar as referências

Não é exagero da Volkswagen dizer que o novo Gol é o “lançamento mais aguardado do mercado dos últimos (muitos) anos”. Redesenhado da grade dianteira à tampa do porta-malas, o líder de vendas do mercado nacional há 21 anos agora é construído sobre a mesma plataforma de Fox e Polo, traz câmbio e motores 1.0 l e 1.6 l dos “irmãos” maiores, qualidade de acabamento superior à concorrência e design que pouco lembra um carro de entrada. “Para nós, é quase como um nascimento humano”, diz Thomas Schmall, presidente da marca no Brasil. E a nova geração do Gol já chega com uma missão nada fácil: levar a montadora alemã novamente à liderança de vendas do mercado nacional, posto atualmente ocupado pela italiana Fiat.
Da geração anterior, só ficaram o consagradíssimo nome e os preços. O modelo 1.0, antes vendido a R$ 28 690, custa agora R$ 28 890, ou R$ 200 a mais que o Gol G4, que ficará ainda mais enxuto e continuará com 2 portas para fazer frente ao Fiat Mille na faixa inferior a R$ 25 000. A seguir vem a opção com módulo Trend (a Volks não a considera uma versão), que traz a mais a cobiçada chave canivete, maçanetas pintadas na cor do carro, faróis com dupla parábola, conta-giros e retrovisores na tonalidade preto ninja por R$ 29 825. O Gol 1.6 começa em R$ 32 290 (R$ 680 a mais), chega a R$ 33 235 com módulo Trend e atinge os R$ 36 420 no top de linha Power (R$ 240 mais caro), que conta com lanternas e faróis escurecidos, frisos, grade dianteira inferior e ponteira do escapamento cromados, direção hidráulica e volante com regulagem de altura e profundidade. Airbag, ABS e o computador de bordo I-System estão disponíveis como opcionais em qualquer uma das versões, que têm ótimas ofertas de equipamentos.
O motor 1.0 l bicombustível, agora batizado de VHT (Volkswagen High Torque, ou torque muito alto), é capaz de desenvolver 76 cv de potência a 5 250 rpm e 10,6 kgfm de torque a 3 850 rpm com álcool. Usando gasolina, os números caem para 72 cv e 9,7 kgfm nas mesmas rotações. O VHT 1.6 l leva o Gol a alcançar 104 cv a 5 250 rpm e 15,6 kgfm a 2 500 rpm com o combustível vegetal e 101 cv e 15,4 kgfm nessas faixas de giro abastecido com petróleo.
Mas essas mudanças só serão sentidas quando a chave for girada. Até aí, o impacto do nome Gol em um carro tão moderno fará com que a defasada geração anterior, lançada em 1994 – daí em diante, as mudanças foram apenas visuais, em 1999 e em 2005 –, não deixe saudade nem mesmo no maior dos saudosistas, que terá em mãos um carro inédito dos parafusos ao banco. Conheça a seguir ponto a ponto o primeiro Gol totalmente novo e veja em nosso teste como se comportam as versões 1.0 l e 1.6 l.
Motor transversal: mais espaço

A base de um automóvel determina seu custo de produção, reparação, manutenção, comportamento, motor, enfim, é a “alma” do veículo. Quando se diz que um carro ganhou nova plataforma, isso significa que tudo mudou na vida dele. É o caso do Gol e, se depender disso, ele já está um passo à frente da concorrência. É montado sobre a estrutura PQ24, mesma usada no Fox e no Polo, mas é ainda mais moderno: itens como a suspensão dianteira e a coluna de direção são da PQ25, projeto que estreou recentemente na nova geração do Seat Ibiza – a marca espanhola pertence ao grupo VW.
A nova base permitiu a mudança da posição do motor de longitudinal para transversal, o que contou para mudar totalmente a natureza do hatch. “Conceitualmente, o novo Gol tinha de ser um carro compactado. Para isso, mudamos o motor de longitudinal para transversal, deslocamos o eixo dianteiro 24 mm para frente e trouxemos o traseiro outros 29 mm. Os bancos e o volante ficaram mais altos, o volume do porta-malas foi mantido em 285 litros e ganhamos muito espaço interno mesmo com o carro 32 mm mais curto”, explica Gerson Barone, chefe de design do projeto. De acordo com a Volks, a parte dianteira do teto subiu 7 mm, a traseira foi espichada em 17 mm e há 44 mm extras de espaço para os ocupantes do banco traseiro.
O acabamento também evoluiu. Os acionadores do vidro elétrico são do Polo e o volante com comandos do rádio é do Fox, ou seja, ele não nega as origens. A Volkswagen afirma, com orgulho, que as folgas entre as peças são de apenas 0,5 mm, índice que coloca o carro ao lado do Phaeton, modelo mais luxuoso da fábrica de Wolfsburg. Não há como comprovar se há exagero na dose, mas a precisão na montagem realmente merece destaque.
Mais prazer na condução

O Gol voltou a ser um carro gostoso de dirigir. O volante, antes deslocado para a esquerda (não era raro que o motorista ficasse se ajeitando achando que o problema fosse com ele), fica alinhado com o corpo. Isso assegura uma excelente posição de dirigir que, aliada à maior visibilidade proporcionada pela elevação dos assentos, resulta em uma condução mais prazerosa, uma das boas características do modelo nos anos 1990.
A dirigibilidade também está anos-luz melhor. Esqueça a levantada da dianteira em acelerações e os “mergulhos” excessivos nas frenagens. O Gol agora se comporta tão bem quanto um Fox nessas condições e ainda faz curvas melhor que rivais como Corsa e Palio. A suspensão é silenciosa e não deixa a carroceria inclinar demais, como na geração anterior, que passava insegurança em curvas rápidas.
Debaixo do capô estão os motores que, junto à plataforma, alinham o Gol aos modernos hatches da família Volkswagen. Na nova geração, a marca adotou o EA111 1.0L TF VHT, que recebeu alterações no filtro de ar, coletor de admissão, correia dos periféricos, comando de válvulas, pistões, anéis, bielas, bronzinas, ECU (unidade de comando) e transmissão. O propulsor ainda adotou o chamado KKM (coletor de escape e catalisador integrados). Com isso, ganhou 5 cv com álcool em relação à geração anterior. Mesmo assim, o Gol 1.0 l não faz milagre. Os números da Volkswagen apontam aceleração de 0 a 100 km/h em 12s9. Na pista, porém, o modelo gastou 18s3, resultado regular.
O 1.6 l, batizado de EA111 1.6L TF VHT, teve alterados filtro de ar, correia dos periféricos, comando de válvulas, pistões, coletor de escape e catalisador, ECU e transmissão. As mudanças renderam 1 cv rodando com combustível vegetal. Apesar do bom desempenho na aceleração de 0 a 100 km/h, feita em 12s4, os números ficam longe dos otimistas 9s6 alardeados pela Volkswagen. Já a frenagem de 100 km/h até a imobilidade (a unidade testada estava com ABS) foi feita em ótimos 40,2 m. O 1.0, sem o recurso antitravamento, parou em 45,8 m.
A retomada de ambos foi regular. Para ir de 40 km/h a 100 km/h em terceira marca, o modelo de entrada gastou 16s2, enquanto o top de linha cumpriu a prova em 12s2. Mas o câmbio, agora com engates secos e certeiros acionados a cabo (nunca é demais mencionar que eles são parecidíssimos com os de Fox e Polo), compensa e funciona muito bem com qualquer um dos propulsores. Com uma tocada bem parecida à dos “irmãos maiores”, o Gol voltou, enfim, a dar prazer ao motorista.
Design e acabamento

Sem dúvida um dos pontos fortes do Gol é o design. Desenvolvido pela filial brasileira da Volkswagen, que levou as linhas para aprovação na matriz, em Wolfsburg, o projeto, acredite, teve inspiração no primeiro Gol, lançado em 1980. “Buscamos a identidade do G1. Como a Apple fez com seus aparelhos, quisemos dar um visual limpo”, explica Gerson Barone. Seguindo as tendências aplicadas em modelos mais recentes, o Gol traz uma linha de cintura com traseira bem elevada em relação à frente para dar mais esportividade ao desenho. O aerofólio que se integra ao teto, presente em todas as versões, também tem a mesma missão. Já o vinco que corta a lateral está ali por outro motivo. “É muito difícil fazer um vinco desses. Ele demonstra qualidade de produção”, completa Barone.
Com a frente parecidíssima à do Tiguan, um dos modelos que mais segue a nova identidade visual da marca no mundo, o Gol impressiona principalmente quando colocado ao lado de outros carros. Afirmar se as linhas vão agradar ou não ainda é muito arriscado diante de uma escolha tão pessoal, mas o fato é que ele traz no design da carroceria a etiqueta de modernidade que o diferencia dos demais.
Seguro e mercado

Com a nova estrutura, o calcanhar-de-aquiles do Gol – o alto valor do seguro – tende a ser eliminado. Como as peças são “100% novas”, segundo a Volks, isso fará com que as seguradoras recalculem o valor do prêmio do carro, que deverá cair. As conhecidas características de robustez, portanto, terão de se provar nessa nova versão, já que ela pouco guarda da anterior.
Na apresentação do modelo, um quadro de cotações comparativo com o Fiat Palio 1.0, principal rival do Gol, foi mostrado. Enquanto o valor do prêmio ficava em R$ 1 411 pela Porto Seguro para o Volks, a mesma apólice saia por R$ 2 595 para o carro feito em Betim, MG. A Mapfre cobrava, respectivamente, R$ 1 498 e R$ 1 533. A Sul América apresentava orçamentos de R$ 2 037 e R$ 2 094. Pode até ter demorado, mas, com essa comparação, a Volkswagen mostrou quem deve temer o novo Gol. Ele vem com tudo.
FICHA TÉCNICA – VOLKSWAGEN GOL 1.0 VHT Total Flex

Motor: 4 cilindros em linha, 8 válvulas
Cilindrada: 999 cm³
Potência: 76 cv a 5 250 rpm – com álcool
Torque: 10,6 kgfm a 3 850 rpm
Câmbio: mecânico, 5 marchas mais marcha à ré
Dimensões: 3,89 m (comprimento), 1,65 m (largura), 1,46 m (altura), 2,46 (entreeixos) Porta-malas: 285 litros
Preço: a partir de R$ 28 990

FICHA TÉCNICA – VOLKSWAGEN GOL 1.6 VHT Total Flex

Motor: 4 cilindros em linha, 8 válvulas
Cilindrada: 1598 cm³
Potência: 104 cv a 5 250 rpm – com álcool
Torque: 15,6 kgfm a 2 500 rpm
Câmbio: mecânico, 5 marchas mais marcha à ré
Dimensões: 3,89 m (comprimento), 1,65 m (largura), 1,46 m (altura), 2,46 (entreeixos) Porta-malas: 285 litros
Preço: a partir de R$ 32 290

MEDIÇÕES* – VOLKSWAGEN GOL 1.0 VHT Total Flex

Aceleração
0 a 40 km/h: 2s7
0 a 60 km/h: 5s1
0 a 80 km/h 8s1
0 a 100 km/h: 12s4

Retomada
40 a 100 km/h (3ª): 12s2
60 a 120 km/h (4ª): 5s1
80 a 120 km/h (4ª) 12s9

Frenagem
100 km/h a 0: 40,2 m
80 km/h a 0: 25,9 m
60 km/h a 0 14s1

Consumo**
Urbano: 9,6 km/l (a); 14,1 km/l (g)
Rodoviário: 12,6 km/l (a); 18,6 km/l (g)

MEDIÇÕES* – VOLKSWAGEN GOL 1.6 VHT Total Flex

Aceleração
0 a 40 km/h: 3s5
0 a 60 km/h: 6s6
0 a 80 km/h 11s5
0 a 100 km/h: 18s3

Retomada
40 a 100 km/h (3ª): 16s2
60 a 120 km/h (4ª): 29s5
80 a 120 km/h (4ª) 19s5

Frenagem
100 km/h a 0: 45,8 m
80 km/h a 0: 28,2 m
60 km/h a 0 15s8

Consumo**
Urbano: 8,8 km/l (a); 13,1 km/l (g)
Rodoviário: 12,4 km/l (a); 18,5 km/l (g)

*Números obtidos no Campo de Provas da TRW, em Limeira, SP
** Dados de fábrica
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