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quarta-feira, 4 de abril de 2012

Os carros mais vendidos de janeiro a março 2012

Carros mais vendidos de aneiro até o dia 02 de abril de 2012 segundo a Fenabrave. A liderança é da Fiat colocando o carro Uno como o mais vendido do Brasil neste primeiro trimestre de 2012.

1º Lugar
2º Lugar

Lista de carros mais vendidos no primeiro trimestre de 2012

01- Uno: 60.326 unidades vendidas
02- Gol: 59.590
03- Palio: 36.825
04- Fox: 29.115
05- Celta: 28.910
06- Fiesta: 26.359
07- Strada: 26.347
08- Corsa sedan: 24.596
09- Voyage: 21.275
10- Sandero: 20.416
11- Cobalt: 15.858
12- Agile: 15.808
13- Saveiro: 15.709
14- Corolla: 12.380
15- Ka: 12.131
16- Siena: 11.950
17- Montana: 10.395
18- Montana: 10.395
19- March: 9.941
20- Prisma: 9.320 unidades

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Os 7 carros mais econômicos do País

Um carro popular, entre outras coisas, deve ser econômico no que diz respeito ao consumo de combustível. Além disso, o quanto um carro “bebe” é um dos fatores que são levados em conta pela maioria dos possíveis compradores. Para descobrir quais são os carros mais econômicos do país, o site Carsale e o Instituto Mauá de Tecnologia realizaram testes em pistas.

As medições foram feitas com veículos equipados com motores 1.0 litro abastecidos com etanol. Foram feitos testes em trechos urbanos e rodoviários. As versões avaliadas dos carros foram as atuais.

O primeiro colocado foi o novo Fiat Uno. O compacto teve a melhor média em ambos os circuitos. Foi registrado 9,9 km/l em trajeto urbano e 14,1 km/l no rodoviário. O segundo lugar ficou com o Renault Clio, com 9,7 km/l. Na terceira posição estão o Chevrolet Celta e Ford Ka, ambos com 9,5 km/l.

O destaque ficou para o Nissan March, que na simulação de estrada obteve consumo de 13,3 km/l, média parecida com a conseguida pelo Chevrolet Celta e pelo Kia Picanto. Veja quais são os carros mais econômicos do Brasil:

Urbano:

1º. Fiat Uno – 9,9 km/l
2º. Renault Clio – 9,7 km/l
3º. Chevrolet Celta – 9,5 km/l
4º. Ford Ka – 9,5 km/l
5º. Kia Picanto – 9,3 km/l
6º. Volkswagen Gol – 8,9 km/l
7º. Nissan March – 8,6 km/l

Rodoviário:

1º. Fiat Uno – 14,1 km/l
2º. Nissan March – 13,3 km/l
3º. Chevrolet Celta – 13,2 km/l
4º. Kia Picanto – 13,2 km/l
5º. Renault Clio – 12,6 km/l
6º. Ford Ka – 12,4 km/l
7º. Volkswagen Gol – 11,9 km/l

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Conheça os 12 carros que mais dão lucro no mundo

Um estudo realizado pelo instituto Bernstein Research, em Londres, mostrou quais são os carros mais lucrativos da indústria automobilística. A pesquisa levou em consideração apenas os modelos fabricados a partir de 1990. Não por acaso, os mais lucrativos são aqueles que permanecem por mais tempo no mercado, registrando grande volume de vendas, mantendo o nome da marca e com preços relativamente altos.

Para o pesquisador Max Warburton, as categorias de carros mais rentáveis são os modelos de luxo alemães, os sedãs médios japoneses (no Brasil, eles são considerados médios-grandes) e as pickups norte-americanas. Ferrari, Bugatti e Pagani dão bons lucros, mas não conseguem representatividade no mercado.

Já os carros mais populares, como os da Volkswagen, uma das montadoras que registra os maiores números de vendas no mundo todo (no Brasil, o carro mais vendido é da empresa alemã), conseguem bom volume de vendas com preços menores.

Veja a lista com os doze modelos mais lucrativos dos últimos 20 anos:
1. Picapes Ford F-Series
2. Picapes GM full-size
3. Dodge Ram
4. Mercedes-Benz Classe S
5. BMW Série 5
6. BMW Série 3
7. Mercedes-Benz Classe E
8. Lexus RX
9. Jeep Grand Cherokee
10. Honda Accord
11. Porsche 911
12. Toyota Camry
Fonte: CarroCarro

quinta-feira, 29 de julho de 2010

AUTOMOBILE realiza seu 4º encontro em Fortaleza e junto, o 1º Encontro do Volks Clube do Ceará

Clique na imagem para ampliar
AUTOMOBILE - Encontro de Autos Antigos de Fortaleza - realizará seu 4º encontro no próximo dia 07 de Agosto a partir das 15:00hs. nas dependências externas do Museu do Automóvel do Ceará.

Para quem ainda não sabe o endereço, aí vai: Rua Desembargador Manuel Sales, 70.

Eis aí um excelente programa não só para os aficionados por carros antigos como também para toda família.

O evento contará com o famoso mercado de pulgas, vários antiquários, vendas de miniaturas, camisetas e souvenirs em geral. E para quem não conhece o Museu do Automóvel, o mesmo estará aberto a visitação pública durante toda a tarde do Sábado.

Nessa 4ª edição do AUTOMOBILE será realizado também o 1º Encontro do Volks Clube do Ceará. O primeiro clube realmente oficializado do Ceará.


Esse evento promete!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Novos Acessórios


Este acessório é a novidade da 13ª edição da Exposec, Feira Internacional de Segurança que acontece em São Paulo a partir do dia 27 de maio de 2010 que tem produtos relacionados com diversos setores e um deles é o automobilístico.

Uma novidade é um acessório para carro chamado de StarFinger que só aciona a chave do carro caso reconheça o rosto do motorista que está previamente cadastrado no sistema. É a biometria facial que reconheçe o condutor e libera a partida do carro, caso de não reconhecimento, o carro não vai sair do lugar.
Fonte: G1 - Foto: Roseane Aguirra

sábado, 8 de novembro de 2008

ECONOMIA DE COMBUSTIVEL‏

Assim que você levar a sério e passar a aplicar os truques que a seguir são explicados, aproveitará ao máximo seu combustível e, portanto, seu dinheiro.
Esperamos que lhe sejam proveitosos.

**1º. Truque*: *Encher o tanque sempre pela manhã, o mais cedo possível*.*
A temperatura ambiente e a do solo é mais baixa. Todas os postos de combustíveis têm seus depósitos debaixo terra. Ao estar mais fria a terra, a densidade da gasolina e do diesel é menor. O contrário se passa durante o dia, que a temperatura do solo sobe, e os combustíveis tendem a expandir-se. Por isto, se você enche o tanque ao meio-dia, pela tarde ou ao anoitecer, o litro de combustível não será um litro exatamente.

Na indústria petrolífera a gravidade específica e a temperatura do solo tem um papel muito importante. Onde eu trabalho, cada carregamento de combustível nos caminhões é cuidadosamente controlada no que diz respeito à temperatura para que cada galão vertido no depósito (cisterna) do caminhão seja exato.

**2º. Truque*: Quando for pessoalmente encher o tanque, *não aperte a pistola ao máximo* (pedir ao frentista no caso de ser servido).
Conforme a pressão que se exerça sobre a pistola, a velocidade pode ser lenta, média ou alta.

*Prefira sempre o modo mais lento e poupará mais dinheiro*.

Ao encher mais lentamente, cria-se menos vapor, e a maior parte do combustível vertido converte-se num cheio real, eficaz. Todas as mangueiras vertedoras de combustível devolvem o vapor para o depósito. Se encher o tanque apertando a pistola ao máximo uma percentagem do precioso líquido que entra no tanque do seu veículo se transforma em vapor do combustível, já contabilizado, voltando pela mangueira de combustível (surtidor) ao depósito da estação.

Isso faz com que, os postos consigam recuperar parte do combustível vendido e o usuário acaba pagando como se tivesse recebido a real quantidade contabilizada, menos combustível no tanque pagando mais dinheiro.

**3º. Truque*: *Encher o tanque antes que este baixe da metade*.*
Quanto mais combustível tiver no depósito, menos ar haverá dentro do mesmo. O combustível se evapora mais rapidamente do que você pensa. Os grandes depósitos cisterna das refinarias têm tetos flutuantes no interior, mantendo o ar separado do combustível, com o objetivo de manter a evaporação ao mínimo.

**4º. Truque*: *Não encher o tanque quando o posto de combustíveis *
*Caso estiver sendo reabastecido e nem imediatamente depois*.*
Se você chega ao posto de combustíveis e vê um caminhão tanque abastecendo os seus depósitos subterrâneos, ou que acaba de reabastecê-los, evite, se puder, abastecer no dito posto nesse momento.
Ao reabastecer, o combustível é jorrado dentro do depósito, isso faz com que o combustível ainda restante seja agitado e os sedimentos assentados no fundo acabam ficando em suspensão por um tempo.
Assim sendo você corre o risco de abastecer seu tanque com combustível sujo.

**5º. Truque* : * Calibre os pneus uma vez por semana. *

Fique esperto !!!

segunda-feira, 5 de maio de 2008

PLANETA FUSCA


Para quem gosta de Fusca, esse Blog é o que ha de melhor.

domingo, 4 de novembro de 2007

Rachas legalizados são opção para os fãs de velocidade


Para diminuir o número de acidentes decorrentes de rachas de rua, órgãos ligados ao automobilismo, empresários da área e prefeituras têm organizado torneios de velocidade que substituem os arriscados e ilegais 'pegas'. Disputados em locais previamente vistoriados, que cumprem quesitos de segurança definidos por federações estaduais e pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), os campeonatos de arrancadas e os rachas legalizados têm atraído milhares de participantes e espectadores.
Nos campeonatos oficiais de arrancada, promovidos pela CBA e pelas federações estaduais, os competidores são em sua maioria motoristas comuns, que gostam de colocar à prova os motores de seus carros de passeio. Proprietários de Chevettes, Gols, Paratis, Opalas e Fuscas, entre outros modelos, vão às competições e - diante de uma prova que simula o racha de rua - transformam-se em esportistas do automobilismo.

Um regulamento técnico e desportivo separa os carros em 15 categorias, das quais cerca de 12 são disputadas por veículos de passeio. "Participam desde o Gol 1000 até protótipos e também veículos importados dos Estados Unidos, que tem a competição como única finalidade. No Brasil, a modalidade privilegia carros de rua", explica Américo Teixeira Jr., assessor de imprensa da CBA.

Para competir, é necessário estar com a documentação em ordem e submeter o carro a uma vistoria que identifica possíveis problemas de segurança. No local da disputa, apoio mecânico, brigada de incêndio, posto médico e ambulância ficam a postos para qualquer eventualidade envolvendo os competidores.
Além dos campeonatos de arrancada, há outros eventos do gênero que também são legalizados e obedecem as normas estabelecidas pela CBA. Um exemplo é o Racha Tarumã, promovido pelo Autódromo Internacional Tarumã em Viamão, no Rio Grande do Sul. Trata-se de um desafio homologado e supervisionado pela Federação Gaúcha de Automobilismo, que tem a mesma estrutura usada em uma competição oficial.

"Fazemos o evento em todas as sextas-feiras. A prova é bem parecida com um racha de rua, mas com algumas regras que aumentam a segurança. Não é permitido consumir bebida alcoólica, todos usam capacete, cinto de segurança, os carros largam aos pares na reta... Tudo para minimizar as possibilidades de acidentes", explica Marcio Pimentel, administrador do autódromo e organizador do Racha Tarumã.
Com o slogan 'Acelerar nas ruas não está com nada', o Racha Tarumã existe desde 1997. Em sua primeira edição, ocorrida em agosto daquele ano, 55 carros participaram da corrida. Hoje, cerca de 150 automóveis são inscritos todas as sextas-feiras. "As pessoas gostam de colocar o carro na pista, mas reclamam que não há espaço, então acabam procurando o autódromo. Aqui não tem poste, obstáculo, cordão de calçada ou pedestre. Eles podem acelerar com segurança", diz Pimentel.

Para atrair o público, o evento gaúcho também promove shows de acrobacias e um número chamado 'Cadeira elétrica', em que pilotos profissionais convidam uma pessoa do público a participar das manobras.
Outro evento do mesmo estilo ocorre em São Paulo, no autódromo de Interlagos, e também é autorizado pela prefeitura. Os motoristas inscritos têm direito a participar de um treino livre antes da competição. Para isso, é necessário ter a Carteira Nacional de Habilitação em dia e passar por uma vistoria, na qual são checados pneus, extintor de incêndio e lanternas. O motorista também não pode participar se estiver embriagado.

"A competição ocorre em uma reta de 201 metros. Temos ambulância de prontidão, UTI móvel, carro de apoio mecânico. Estamos preparados para qualquer eventualidade", diz Sydney Roberto Marques, proprietário da Trixx Performance, uma das empresas que promove o Racha em Interlagos. Segundo ele, há previsão de um torneio ainda em 2007 na capital paulista. Os municípios de Artur Nogueira e Campinas também estão no circuito de torneios de arrancada.

Da rua para a pista

Tirar o motorista dos rachas de rua e possibilitar que ele curta sua paixão por velocidade em segurança. Com esta visão social, empresários e órgãos ligados ao automobilismo definem a iniciativa de organizar os campeonatos de arrancada e os rachas legalizados.
"Os campeonatos têm efeito de canalizar a energia do jovem para uma modalidade esportiva. Ele deixa de praticar uma ação marginal para se tornar um esportista. É uma forma também de ajudar o poder público a minimizar o problema do racha nas ruas, abrindo o autódromo para que o motorista possa dar as arrancadas dele. É uma maneira de oferecer uma alternativa", diz Américo Teixeira Jr., da CBA.

O empresário Sydney Roberto Marques, organizador do Racha em Interlagos, acredita que a iniciativa dá uma nova perspectiva para as pessoas que participam de rachas na rua. "Espaço para correr de forma segura é o que eles querem. Colocamos os motoristas que gostam de velocidade para dentro do autódromo e eles reconhecem que o evento está sendo feito para eles."

Marcio Pimentel, administrador do autódromo de Tarumã, encara o projeto como social. "O autódromo de Tarumã pertence ao Clube do Automóvel do Rio Grande do Sul. Os torneios são uma forma de colaborar para a diminuição dos rachas de rua, que são perigosos, e obter renda para manter o próprio autódromo. Nos dez anos em que o Racha Tarumã existe, mais de 1 milhão de pessoas já participaram."

sábado, 3 de novembro de 2007

SEGURANÇA PESSOAL NO TRÂNSITO


Estatísticas vêm demonstrando que o risco de perder a vida dentro de seu carro, em um sinal de trânsito, é maior do que em qualquer outra situação.

SEU CARRO

Instale INSULFILM (70% vidros dianteiros e 50% traseiros - no parabrisas é proibido)

Não coloque no seu carro adesivos que possam identificar onde você mora, academia que freqüenta, faculdade, etc.

Evite “luxos” desnecessários (carro é apenas um meio de transporte).

Ar condicionado não é luxo, mas é segurança.

Vidros sempre fechados.

Portas trancadas.

DIRIGINDO

À noite, ocorrendo uma “batidinha”, não pare.
Podem ser ladrões que provocam esta situação para assaltar.
Se o pneu furar à noite, ou em locais pouco movimentados, não pare.
Dirija até um posto policial ou local movimentado. O estrago em seu carro tem preço. Você não!

Por mais frio que isto possa parecer, não pare para ajudar alguém à noite ou em locais pouco movimentados.

Telefone para a polícia (190) e dê as orientações sobre o local onde está a pessoa necessitando de auxílio.

Se você achar que está sendo seguido por outro veículo não altere sua forma de dirigir e procure a polícia ou locais bastante movimentados.

PARANDO NO SINAL

Quando o sinal estiver vermelho, procure manter seu carro à direita da rua. Geralmente os ladrões atacam pelo lado esquerdo, o do motorista.

Vá reduzindo a velocidade devagar, tentando chegar ao cruzamento quando o sinal estiver abrindo.

Se tiver que parar, mantenha sempre a primeira marcha engatada.

Fique atento a tudo em seu redor. Não se distraia.

A surpresa é a grande arma do bandido.

É importante manter uma distância do carro da frente, como margem de manobra em caso de necessidade.

Mantenha distância segura do carro da frente (a distância é segura quando você enxerga o pneu traseiro do carro da frente).

Se você suspeitar de alguma coisa, procure ficar “colado” na lateral do carro à sua esquerda, não deixando espaço para abordagem.

Não faça compras no sinal. Mesmo que o vendedor não seja ladrão, você se distrai, abre seu vidro e se expõe.

AO ESTACIONAR

Antes de estacionar (ou quando retornar) olhe ao redor, veja se existe alguém ou situação suspeita.

Se desconfiar de alguma coisa, passe direto por seu carro e reavalie a situação. Em dúvida, chame a polícia (190)

Não deixe nenhum objeto dentro do carro; coloque tudo no porta-malas.

Tire sempre a chave da ignição, mesmo que fique parado apenas por alguns instantes.

Nunca fique dentro do carro estacionado. Você se transforma na vítima perfeita.

Se você estaciona sempre nas mesmas imediações e a tampa do tanque de gasolina for roubada, troque todas as chaves do seu carro. Roubam a tampa para fazer cópias das chaves.

Se ao retornar ao carro você observar “defeito” que impede o motor de funcionar, chame imediatamente o socorro de sua confiança. Alguém pode ter “criado” o defeito para “ajudar” você.

Dependendo da situação ao seu redor (pessoas suspeitas, pouco movimento, noite, etc), não fique próximo ao seu carro.

SE FOR ASSALTADO

NÃO REAJA !!!!!
NÃO TENTE FUGIR !!!!!
NÃO GRITE !!!


Procure controlar seu nervosismo. Fale devagar, mas obedeça rapidamente ao que está sendo solicitado.

Não faça movimentos bruscos, mantenha as duas mãos no volante. Se você precisar tirar as mãos do volante comunique que vai fazer isto e por quê.

Herói só tem nos filmes.

No mundo real o que interessa é a preservação da vida.

O fator “surpresa” está sempre a favor do bandido, que quase nunca está sozinho e não tem nada a perder. Esteja sempre atento!

Transforme estas informações em rotina: carro trancado, vidros levantados, atenção constante, saber parar no sinal, saber estacionar e saber preservar a vida não reagindo em caso de assalto.

terça-feira, 30 de outubro de 2007

Ponto morto


“Quando se está dirigindo e coloca-se o carro com injeção eletrônica em marcha neutra (ponto morto) o carro consome mais, não muda ou consome menos combustível?”

Para o veículo estar consumindo basta apenas estar em funcionamento.

O carro em marcha lenta, ou seja, em ponto morto, está consumindo, mas bem menos que tracionado (marcha engatada), pois o carro estará gerando um esforço físico (torque, trabalho , tensão etc) bem menor que o mesmo em marcha.

Mesmo em ponto morto ele poderá aumentar seu consumo desde que o condutor fique com o freio acionado, pois aí entra em ação o servofreio (hidrovácuo), que provocará uma transmissão de vácuo provocada pelo mesmo. Esse vácuo é provocado pelo próprio motor.

O importante é que o condutor ao comprar um veículo leia o manual do proprietário, coisa que o brasileiro não tem o hábito.

Se tivermos essa cultura, saberemos em que condições de condução teremos um melhor desempenho, isto é , menor consumo, que gerará uma maior autonomia do automóvel, maior segurança e, o mais importante, não ser surpreendido por um defeito inesperado.

domingo, 28 de outubro de 2007

Manutenção é 40% mais barata que conserto, diz especialista


Cuidados com o carro são fundamentais para evitar acidentes e imprevistos na estrada. Dentre esses cuidados, a chamada manutenção preventiva é apontada como a solução para prevenir e evitar problemas ao volante. E, na maioria das vezes, é mais barato prevenir do que remediar.

"A manutenção preventiva é, no mínimo, 40% mais barata que a corretiva", diz José Palacio, auditor técnico do Instituto de Qualidade Automotiva (IQA).

Palacio acredita que a manutenção preventiva é "a chave para garantir a segurança do veículo, tanto para poupar vidas como para evitar maiores emissões de poluentes".

"Infelizmente, o proprietário só se lembra de fazer manutenção no veículo antes de uma viagem muito longa. Manutenção no carro feita só uma vez por ano não pode ser considerada preventiva. Ela deve ocorrer 13 meses por ano", alertou.

Luiz Antonio Ribeiro Borges, sócio-proprietário da Mak-Sul, empresa especializada em câmbio, concorda com José Palacio. "O melhor é fazer revisões periodicamente".

De acordo com os especialistas, seguir as instruções contidas no manual do proprietário e levar o carro para as revisões de tempos em tempos são preocupações fundamentais para a prevenção de problemas.

"O manual de cada veículo é o melhor aliado para saber como calibrar pneus, quando o óleo deve ser trocado, quando o carro precisa passar por uma revisão completa", afirmou Palacio.

Cuidados com o carro

E como funciona a manutenção preventiva? "Na manutenção preventiva, há troca de peças que já apresentam desgaste, mas que ainda não interferem negativamente sobre outras peças. Muitas vezes, por não negligenciar a preventiva, o motorista acaba ficando a pé", explicou o auditor. "E um motor calibrado acaba economizando combustível".

O engenheiro Gabriel Barros, de 26 anos, teve problemas com seu carro, que parava no meio da rua sem maiores explicações.

Barros passou por duas experiências desagradáveis com seu carro recentemente. "Num dia, fiquei parado na Raposo (rodovia Raposo Tavares, em São Paulo), das 6h30 às 7h, na faixa da esquerda. Em outra vez, o carro parou bem no meio do túnel Ayrton Senna. Eu estava na faixa da direita, tinha um carro quebrado, mudei para a faixa da esquerda, e meu carro morreu e não pegava, fiquei parado do lado do carro quebrado”, contou.

O engenheiro é o tipo de motorista que se preocupa em fazer a manutenção preventiva, como alertam os especialistas, mas assinala que seu carro já tem 9 anos, o que acaba dificultando o processo. "A manutenção tinha sido feita na data certa, três meses atrás. Mesmo assim o carro deu problema", afirmou.

Motoristas que possuem veículos com a idade mais avançada precisam ter um cuidado redobrado. "Hoje em dia os carros são projetados para ter uma vida útil bem mais curta, de 5 anos. Claro que um carro conservado pode ter uma vida útil mais longa, de 10 anos. Por isso a manutenção preventiva é ainda mais fundamental", explicou José Palacio.

Assistência especializada

O auditor do IQA informou ainda que fazer a preventiva é imprescindível, mas que não se deve deixar o carro nas mãos de qualquer pessoa, mesmo que seja apenas para trocar o óleo ou calibrar os pneus, por exemplo.

Borges, da Mak-Sul, acredita que é preciso levar seu carro sempre para uma oficina de confiança. "Na hora de trocar o óleo do câmbio, por exemplo, uma pessoa sem conhecimento pode colocar o óleo errado e prejudicar o carro", contou.

Palacio concorda: "o frentista pode não ter conhecimento técnico suficiente para oferecer um serviço garantido. Se você tem um carro importado e deixa qualquer pessoa abrir o veículo, chega até a ser perigoso. As especificações técnicas de cada carro estão muito desenvolvidas hoje em dia, não é qualquer pessoa que pode mexer".

"Tem que ter muito cuidado com qualquer tipo de revisão do carro, para não prejudicar em vez de ajudar. O importante é saber onde o proprietário está deixando seu carro para a manutenção. Caso contrário, o motorista continua correndo riscos, mesmo com a manutenção preventiva", concluiu o auditor.

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Tudo o que você queria saber sobre lubrificantes, mas tinha medo de perguntar



Você chega ao posto para abastecer, e o frentista faz a indefectível pergunta: “Quer dar uma olhadinha no óleo, doutor?”.

Pois saiba que qualquer pessoa que entende o mínimo de lubrificação tem arrepios em pensar que os dedos do profissional que trabalha em um posto faz as vezes de viscosímetro.Da mesma forma, não faltam histórias de pessoas que chegam a rodar 80 mil quilômetros sem nem lembrar que existe óleo a ser trocado.

Ao serem indagadas, respondem com uma outra pergunta: “Óleo? Precisa trocar o óleo?” Ou de místicos, que acham que haverá melhor rendimento se a troca for em noite de Lua cheia.

Para tirar uma série de dúvidas a respeito daquela série de letras e números que aparecem nas embalagens de óleo, aqui vai uma série de perguntas, respondidas por Rogério Ludolf, membro da Comissão Técnica de Combustíveis e Lubrificantes da SAE Brasil, com colaboração de Maurício Leibovitz, da Shell.

Quantos tipos de óleo de motor existem? Como são eles?

Os óleos são caracterizados por suas especificações. Para melhor defini-los, precisamos observar três aspectos:

1) Especificação de desempenho - a mais tradicional é a API (Instituto Americano de Petróleo), mas existem especificações européias, como Acea e as respectivas de cada montadora. Para API a especificação mais moderna é a SM, que está sendo introduzida no Brasil, principalmente para produtos de alta performance, uma vez que requer óleos básicos especiais.

2) Especificação de viscosidade - regulada pela SAE (Sociedade de Engenheiros da Mobilidade), há basicamente dois grupos, o de monoviscosos (como 30, 40 e 50) e multiviscosos (como 20w50, 10w40, 5w40); os multiviscosos têm maior capacidade de resistir à variação térmica dos motores, apresentando menor redução de valor quando do aumento da temperatura.

3) Base do óleo - pode ser mineral, sintética ou semi-sintética. As marcas tradicionais no mercado (Petrobras, Shell, Texaco, Mobil, Castrol, Ipiranga e Repsol) costumam ter produtos que atendem a essas especificações.

Como decido que tipo de óleo usar?

A definição do lubrificante envolve uma série de quesitos, mas a forma de simplificá-la é seguir a recomendação do manual do proprietário, que traz a recomendação do fabricante que é quem melhor conhece seu veículo e pode definir, por meio de testes, as condições operacionais e a especificação mais adequada do lubrificante. Seguindo essa recomendação, trabalhando com marcas tradicionais e confiáveis e consultando seu mecânico de confiança, você chegará a uma escolha adequada. Tendo dúvida, o cliente ainda pode consultar o serviço de atendimento ao cliente. Também no rótulo das embalagens em geral se encontra um número de atendimento, quase sempre um 0800 que pode ser acionado pelo cliente.

Quando devo completar o nível de óleo?

Com o uso do carro, o nível do óleo baixa um pouco devido às folgas do motor e à queima parcial na câmara de combustão. Assim, enquanto não chega a hora de trocar o óleo, devemos ir completando o nível.

Qual o nível correto do óleo no carro?

Ao contrário do que a maioria das pessoas pensa, o nível correto se encontra entre os dois traços e não só no traço superior. Se o óleo fica abaixo do mínimo da vareta, o motor pode ser prejudicado por falta de lubrificação. No entanto, se o óleo fica acima do máximo da vareta, haverá aumento de pressão no cárter, podendo ocorrer vazamento e até ruptura de bielas, além do óleo em excesso ser queimado na câmara de combustão sujando as velas e as válvulas, danificando também o catalisador no sistema de descarga do veículo.

Quando devo trocar o óleo do carro?

Quando atingir o período de troca recomendado pelo fabricante do veículo e que consta do manual do proprietário. Os atuais fabricantes dos motores vêm recomendando períodos de troca cada vez maiores, dependendo do tipo de serviço e da manutenção do carro.



Folgas no motor e queima fazem com que seja preciso completar o nível

É verdade que o motor deve estar quente na hora de troca de óleo?

Sim, porque quando o óleo está quente, ele fica mais fino e tem mais facilidade de escorrer, além do que as partículas de impurezas ainda estão em suspensão.

Quanto tempo devo esperar para medir o nível de óleo?

É importante que se espere pelo menos 15 minutos após o motor ter sido desligado para medir o nível. Isso ocorre porque, neste tempo, o óleo vem descendo das partes mais altas do motor para o cárter e assim podemos ter a medida real do volume.

Posso aumentar o período de troca quando uso óleos sintéticos?

Embora os lubrificantes sintéticos ofereçam qualidade superior, a maioria dos fabricantes de veículos ainda não diferencia os períodos de troca entre sintéticos e minerais. Recomendamos então seguir a indicação do manual do proprietário.

Qual a diferença entre “serviço severo” e “serviço leve”, que são termos usados pelos fabricantes de veículos quando falam em intervalos de troca?

Serviço severo é típico para os carros que andam nos centros urbanos, com o anda-e-pára do tráfego e por pequenas distâncias, de até seis quilômetros, ou em estradas em que haja muita poeira. Serviço leve é aquele em que os carros trafegam por percursos longos e velocidades quase constantes em rodovias com boa pavimentação, como no caso de viagens.

O filtro de óleo também deve ser trocado? Quando?

Sim. O óleo, com seus aditivos detergentes e dispersantes, carrega as sujeiras que iriam se depositar no motor. Ao passar pelo filtro, as impurezas maiores ficam retidas, e as menores continuam em suspensão no óleo. Chega um momento em que o filtro, carregado de sujeira, dificulta a passagem do óleo, podendo causar falhas na lubrificação. A situação se agrava quando ocorre o bloqueio total do filtro de óleo, o que pode causar sérios danos ao motor.O período de troca do filtro de óleo também é recomendado pelo fabricante do veículo e consta do manual do proprietário. Normalmente ela é feita a cada duas trocas de óleo. Porém já existem fabricantes que recomendam a troca do filtro a cada troca do óleo, para que não haja mistura do óleo novo com o residual que se encontra no filtro.

Devo adicionar algum aditivo ao óleo para melhorar o desempenho?

Não há necessidade de adicionar aditivos complementares ao óleo. Os lubrificantes recomendados já trazem todos os aditivos necessários para atender perfeitamente ao nível de qualidade exigido.

Quais são os efeitos de usar cada óleo em cada tipo de motor? Se eu comprar um óleo para alta performance e colocá-lo em meu carro 1.0, estarei correndo algum risco?

Quando o óleo atende ou supera a especificação requerida pelo fabricante, os efeitos são só positivos, pois o lubrificante vai exercer sua função de forma adequada, garantindo que o motor estará sempre bem lubrificado. O grande problema é utilizar lubrificantes com especificações inferiores ao exigido pelo fabricante, pois essa prática poderá fazer com que o motor funcione sem atender ao mérito de limpeza adequadamente, causando desgastes prematuros, redução da vida útil do lubrificante, entre outros problemas.

Há casos em que posso desperdiçar dinheiro? Ou seja, comprar um óleo mais caro sem precisar?

O que precisamos avaliar aqui é o custo do lubrificante quando comparado ao custo total de manutenção e o próprio valor de veículo, principalmente quando analisamos a taxa de freqüência de troca que gira em torno de uma a duas trocas por ano. Correto seria utilizar lubrificantes que atendam a especificação do veículo. Utilizar lubrificantes superiores, ainda que possa ser mais caro, vai garantir que seu motor esteja bem protegido.Caso o consumidor se sinta confortável em utilizar especificações superiores, não estará desperdiçando dinheiro, pois seu carro apresentará uma melhor lubrificação, o que pode aumentar sua vida útil e reduzir os custos de manutenção. Um ponto importante a observar é que os óleos sintéticos têm viscosidades mais baixas, o que em carros muito antigos pode implicar em um maior nível de consumo de óleo, que precisa ser acompanhado. O litro de óleo mineral custa a partir de R$ 6, e o de sintético chega a R$ 60.

Qual é a relação entre usar combustível de um posto não muito confiável e a questão da lubrificação?

Combustíveis adulterados são danosos ao motor e implicam queima inadequada e excesso de sujeira no motor. Lubrificantes de maior performance, como semi-sintéticos e sintéticos poderiam resistir um pouco mais que os minerais, mas não seriam suficientes para evitar a borra em motores que rodam com combustíveis fora das suas especificações, principalmente aqueles adulterados com solventes.

É verdade que o óleo de motor deve ser claro, e o de engrenagem, escuro?

Não. Os óleos lubrificantes são formulados misturando-se básicos e aditivos e a sua cor final dependerá da cor do básico e do aditivo que forem empregados na sua formulação. Além disso, a cor não tem nenhuma influência no desempenho do óleo.

O óleo mais escuro é também mais grosso?

Eis outro conceito errado. O óleo mais claro pode ser mais viscoso (grosso) do que um óleo escuro e vice-versa.

Por que o óleo de motor fica escuro com o uso?

Para realizar a função de manter o motor limpo, o óleo deve manter as impurezas que não ficam retidas no filtro de óleo em suspensão, para que elas não se depositem no motor. Desta forma, o óleo se torna mais escuro, e o motor fica limpo.

Ouço dizer que óleo bom é aquele que não baixa o nível e não precisa de reposição. É verdade?

Não. A boa lubrificação é aquela em que o óleo lubrifica até o anel do pistão mais próximo da câmara de combustão onde esse óleo é parcialmente queimado, sendo consumido. É normal um consumo de meio litro de óleo a cada 1.000 quilômetros, levando-se em conta carros de passeio. Mas cada fabricante de motor especifica um consumo normal para seu motor, de acordo com o projeto. É bom ressaltar que carro novo consome óleo, sim senhor!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

Placas


Você sempre vê akelas placas de carro com várias letrinhas e números sem saber se existe de fato uma lógica?? Pois existe!! Cada sequência pertence a um estado determinado!

Veja a tabela abaixo!

Paraná - AAA 0001 a BEZ 9999
São Paulo - BFA 0001 a GKI 9999
Minas Gerais - GKJ 0001 a HOK 9999
Maranhão - HOL 0001 a HQE 9999
Mato Grosso do Sul - HQF 0001 a HTW 9999
Ceará - HTX 0001 a HZA 9999
Sergipe - HZB 0001 a IAP 9999
Rio Grande do Sul - IAQ 0001 a JDO 9999
Distrito Federal - JDP 0001 a JKR 9999
Bahia - JKS 0001 a JSZ 9999
Pará - JTA 0001 a JWE 9999
Amazonas - JWF 0001 a JXY 9999
Mato Grosso - JXZ 0001 a KAU 9999
Goiás - KAV 0001 a KFC 9999 - NFC 0001 a NGZ 9999
Pernambuco - KFD 0001 a KME 9999
Rio de Janeiro - KMF 0001 a LVE 9999
Piauí - LVF 0001 a LWQ 9999
Santa Catarina - LWR 0001 a MMM 9999
Paraíba - MMN 0001 a MOW 9999
Espírito Santo - MOX 0001 a MTZ 9999
Tocantins - MVL 0001 a MXG 9999
Alagoas - MUA 0001 a MVK 9999
Rio Grande do Norte - MXH 0001 a MZM 9999
Acre - MZN 0001 a NAG 9999
Roraima - NAH 0001 a NBA 9999
Rondônia - NBB 0001 a NEH 9999
Amapá - NEI 0001 a NFB 9999

sábado, 20 de outubro de 2007

Fazendo negócios sem adquirir dívidas

De acordo com a Assovesp (Associação dos Revendedores Independentes de Veículos Automotores no Estado de São Paulo), o primeiro semestre de 2007 acumulou vendas de 841.141 automóveis usados – crescimento de 46,32% sobre o montante observado no mesmo período de 2006. Segundo especialistas do mercado, alguns fatores impactaram positivamente neste cenário, como a facilidade na obtenção do crédito e a redução da taxa de juros. Com o mercado de usados aquecido, as transações pessoais tendem a aumentar, afinal, vender um carro pode ser uma excelente opção para facilitar a compra de um zero-quilômetro ou para fazer frente a despesas inesperadas.

Mas, o que poderia ser a solução de alguns problemas pode se transformar em um verdadeiro iceberg de dívidas. Muitas dicas são passadas para a pessoa que deseja comprar um veículo usado, mas pouco é divulgado sobre os cuidados no momento de vender o automóvel. “Muitas vezes, as pessoas vendem o carro para outro sem transferir o documento para o nome do comprador. Nesses casos, elas podem levar multas ou até serem indiciadas, em caso de acidentes, sem terem cometido a infração”, alerta George A. Chahade, presidente da Assovesp.

Para evitar que um ex-proprietário tenha que arcar com multas, pontos na carteira de habilitação ou dívidas, o AutoZ compilou algumas dicas elaboradas por especialistas do Grupo Nordeste, empresa do ramo de segurança privada, e traz algumas etapas a serem seguidas durante a venda do usado.

O primeiro momento desta transação é uma espécie de “namoro” do possível comprador com o carro; depois inicia-se a etapa das negociações. É aqui que o “vendedor-proprietário” entra em ação. Se o interessado pelo veículo propor o pagamento parcelado, mas sem o intermédio de uma instituição financeira, toda a análise de crédito ficará a seu cargo. Assim é prudente verificar se a pessoa tem restrições de crédito, solicitando informações bancárias e de crédito no comércio em geral.

Feita a “sabatina financeira” do interessado, agora é o momento de concluir a venda. No entanto, mesmo tendo boas referências do comprador, a transferência do nome do antigo para o novo proprietário do veículo deve ocorrer no momento em que a venda estiver fechada. “Não acredite em promessas de resolver o assunto na próxima semana, por exemplo”, adverte Chahade.

A principal garantia de que o proprietário não arcará com as infrações do comprador é o preenchimento do CRV (Certificado de Registro do Veículo). No entanto, de acordo com Chahade, se este documento não for preenchido com a data da venda e, posteriormente, reconhecido em cartório, não terá valor. “Não entregue documentos em branco ao comprador e faça sempre cópias autenticadas”, completa.

Apesar disso, no caso de veículos financiados, esta transação só deve ser concretizada após o aval da financiadora. Isso porque o carro só ficará legalmente no nome do novo comprador se a documentação e as garantias forem aceitas pela financeira à qual o veículo estiver alienado. Portanto, se estiver negociando um carro financiado, acompanhe todo o processo de avaliação do comprador pela financeira. Somente se a financeira o aprovar é que o contrato deverá ser assinado.

Se o carro for entregue em uma concessionária, como entrada ou parte do pagamento de um veículo mais novo ou zero-quilômetro, não deixe o documento de transferência para depois. Mesmo que o veículo não esteja sob seus cuidados, se a documentação de venda e transferência não for concluída, todas as responsabilidades com o carro continuam em seu nome.

Pode parecer exagero, mas, ainda que o comprador do carro usado seja um familiar ou amigo, as precauções acima são fundamentais. Além disso, não aceite cheques ou “promessas” de pagamento futuro. Tudo deve ser documentado: em lugar de promessas emita notas promissórias, por exemplo. Neste caso, cheque administrativo ou depósito em conta confirmado pelo banco são as melhores formas de garantir que o pagamento foi realmente efetuado.

Mesmo com todas estas etapas realizas, a sabatina da venda de um veículo ainda não foi concluída. Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, artigo 134, o ex-proprietário também deve encaminhar ao Departamento Estadual de Trânsito (Detran) ou à Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran) cópia autenticada de transferência de propriedade.

Outra boa dica é conferir, freqüentemente, no site do Detran de seu Estado (www.detran.sp.gov.br, no caso do estado de São Paulo), se há multas e pontos em sua habilitação. Assim, além de acompanhar o histórico de sua carteira de habilitação, você ainda pode evitar a clonagem de placa, por exemplo – ou seja, que alguém utilize a placa de seu veículo em outro carro, transferindo a você as infrações cometidas por outrem.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Veja como fazer a consulta de multas do seu veículo


Muitos proprietários de veículos estão sendo surpreendidos com o surgimento de multas antigas. Algumas até de três anos atrás. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, ainda cabe recurso para as multas antigas que estão aparecendo agora.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, todos os motoristas multados nas estradas federais de 2004 até hoje foram informados sobre as infrações. Ou na hora, na rodovia, ou então por correspondência em casa. A polícia fez o registro, mas somente agora, em 2007, as multas foram incluídas no Registro Nacional de Infrações.

O convênio para a cobrança das multas entre a Polícia Rodoviária e os Detrans estava suspenso para revisão. “As multas sempre tiveram cadastradas no sistema da Polícia Rodoviária Federal. O que aconteceu é que ela não tinha mecanismos de garantir o recebimento. As pessoas não se viam obrigadas a pagar e agora, através do sistema nacional, ele está bloqueando o licenciamento”, explica Eduardo Faria, coordenador do Denatran.

Até setembro, a Polícia Rodoviária Federal expediu quase 2,8 milhões de multas que entraram no sistema do departamento de trânsito de todas as cidades brasileiras. São motoristas que cometeram infrações nas estradas federais de todo o Brasil.

E quem já vendeu o carro? “A multa fica atrelada à placa do veículo, então vai ser notificado o proprietário atual do veículo. É por isso que o atual proprietário deve procurar o antigo proprietário amigavelmente ou se for o caso até pelas vias judiciais para tentar receber a multa”, orienta o policial Azevedo.

Consulta de multas

Você pode consultar as multas do seu veículo no site do Detran de seu estado. Clique no link abaixo referente ao estado onde você mora. Você precisa digitar o código RENAVAM do seu veículo e/ou a placa do carro.

Veja onde consultar as multas de seu veículo

Denatran - Departamento Nacional de Trânsito

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Dez mandamentos dos pneus


Pneu é assunto sério. Uma calibragem malfeita, a banda de rodagem meio gasta e até mesmo a escolha errada da roda podem representar o fracasso da viagem. Portanto, antes de pegar a estrada, faça uma checagem rigorosa das condições dos pneus de seu veículo.

1 - Se você possui o Manual do Proprietário de seu veiculo, parabéns. Ele é a referência exata do que é mais adequado para cada condição de uso. Normalmente, a pressão dos pneus deve ser ligeiramente maior quando o veículo roda com sua capacidade total de carga e passageiros.

2 - Modelos com motores dianteiros dotados de ar-condicionado, por exemplo, exigem uma calibragem diferenciada nos pneus da frente em relação aos traseiros.

3 - Se o pneu costuma esvaziar com freqüência, é sinal de algum dano na roda (pneus sem câmara) ou da presença de algum objeto perfurante. Nesses casos, jamais tente contornar o problema aplicando maior pressão ao pneu avariado para mantê-lo "cheio por mais tempo". Lembre-se: a calibragem deve ser equilibrada.

4 - Certifique-se de que as rodas não estejam amassadas ou com trincas. Cheque com freqüência a banda de rodagem e a lateral dos pneus. Desgaste excessivo, presença de rachaduras ou eventuais cortes exigem a substituição imediata do pneu.

5 - Procure manter os quatro pneus com o mesmo desenho da banda de rodagem e com o mesmo tipo de roda. Dessa forma, o desempenho do veiculo se manterá linear, principalmente sob chuva.

6 - Com pneus cheios demais, o carro vibra excessivamente e apresenta desgaste precoce da suspensão e da parte central da banda de rodagem. Pneus com baixa pressão fazem o carro gastar mais combustível e desgastar as laterais da banda de rodagem.

7 - Pelo menos a cada seis meses faça o rodízio de pneus. Ele é outra garantia de longa vida para a banda de rodagem.

8 - Faça, a cada ano, o alinhamento e o balanceamento das rodas. De nada adianta comprar pneus novos para seu carro se todo o conjunto restante (rodas, amortecedores, suspensão, freios etc.) estiver com problemas. A boa dirigibilidade de um veículo depende do equilíbrio entre todos os componentes.

9 - Jamais esqueça do estepe! Quase sempre escondido sob a bagagem de toda a família, ele deve receber a mesma atenção dedicada aos demais pneus, principalmente na hora de fazer o rodízio.

10 - Na hora de cuidar da aparência do veículo, outro detalhe importante: escolha com cuidado o produto para melhorar o visual do pneu. Muitos têm em sua fórmula substâncias que ressecam a borracha, o que pode causar rachaduras. Com aditivos adequados, rode melhor e gaste menos. Utilizar corretamente os vários tipos de aditivos, na hora de abastecer o tanque de combustível ou trocar o óleo do motor, é o segredo para que os proprietários de veículos e motoristas consigam reduzir os gastos com sua manutenção, melhorar o desempenho do motor e economizar em consumo e troca de peças.

Aditivo não é supérfluo. É uma forma de manutenção preventiva. Os aditivos agem diretamente sobre as causas do desgaste excessivo de peças e componentes dos veículos, como formação de depósitos nos sistemas de lubrificação e de admissão de combustível, falhas na lubrificação - especialmente em partidas a frio -, corrosão no sistema de refrigeração do motor etc.

Os aditivos promovem economia de combustível e diminuem a emissão de poluentes, o que deve ser uma preocupação de todos, principalmente nos grandes centros urbanos.

Veja como é fácil saber se o aditivo utilizado está dando resultado: verifique se foi reduzida a emissão de poluentes; se aumentou o desempenho do motor ou se caiu o consumo de combustível. Em um nível mais profissional, mecânicos poderão constatar se houve redução no desgaste das peças, e se não há depósitos nos sistemas de lubrificação e de admissão de combustível.

Os aditivos têm como principal função manter e restaurar as condições originais dos sistemas mecânicos, garantindo que continuem funcionando em sua faixa ideal de desempenho.

Aditivo evita falhas na injeção eletrônica. A injeção eletrônica dos veículos corre um perigo constante: o entupimento do orifício por meio do qual o combustível é injetado para o interior do cilindro (câmara de combustão). O depósito de impurezas e borras formado no sistema de injeção de combustível pode obstruir essa passagem, e assim ocorrerão falhas de funcionamento, o que só poderá ser corrigido por uma limpeza periódica nos bicos injetores. Para se evitar esses transtornos, deve-se utilizar o aditivo adequado, que mantém o bico injetor funcionando em seu melhor desempenho.

A limpeza dos bicos injetores em uma oficina é uma operação complexa e demorada. Por isso, é muito mais prático e descomplicado utilizar aditivos que evitem e limpem a formação de depósito nos bicos injetores.

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

Dez dicas para escolher uma oficina mecânica


O carro está começando a apresentar problemas como barulho estranho no motor, lataria arranhada, dificuldades para engatar a marcha, insegurança nos freios. Na hora de levar o veículo para o conserto, muita gente não sabe como escolher uma oficina mecânica de confiança.

Os técnicos do Procon-SP, órgão vinculado à Secretaria da Justiça e Defesa da Cidadania do Governo do Estado de São Paulo, dão algumas dicas para que o motorista não fique no prejuízo:

01 Faça uma pesquisa comparando preços e qualidade.

02 Ao definir por uma oficina, antes de levar o carro telefone para o Procon de seu estado para saber se a empresa possui registro de reclamação no órgão.

03 Observe se a oficina está regularmente estabelecida e não é clandestina, se o local é organizado e, se possui ferramentas e equipamentos básicos.

04 Fique atento quanto a alguns serviços que só podem ser executados por oficinas especializadas, como por exemplo, manutenção de injeção eletrônica.

05 Se seu carro é importado, veja se o estabelecimento possui funcionários treinados para este tipo de veículo.

06 Exija um orçamento prévio, no qual devem estar discriminados detalhadamente o material a ser usado, a mão-de-obra, os valores respectivos, condições de pagamento, data de início e término dos serviços e prazo de validade do mesmo.

07 Antes do conserto, solicite um documento relatando as condições gerais do carro, fazendo constar também a quilometragem e o nível de combustível.

08 Ao retirar o veículo, faça uma vistoria para verificar se ele encontra-se nas mesmas condições em que entrou na oficina, certificando-se de que não há danos, como amassados, riscos na pintura ou equipamentos quebrados.

09 Verifique também se o serviço foi executado de acordo com o combinado. Só leve o automóvel se estiver plenamente de acordo com tudo. Não havendo entendimento entre as partes, registre um boletim de ocorrência na delegacia de polícia.

10 Exija sempre nota fiscal discriminada contendo tudo o que foi disposto no orçamento, assim como os dados do veículo e das partes envolvidas.